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Como a Rasis transformou autoridade regional em captação digital com inteligência de busca

Com reputação consolidada na RMC, a Rasis precisava transformar reconhecimento local em uma operação digital mais rastreável. A TrAds estruturou busca paga, mensuração, site e leitura comercial para captar empresas no momento em que a necessidade por SST vira prioridade.

out/2025
parceira desde
247
oportunidades registradas
242
conversoes google ads
19,3%
taxa conversao google ads

O Desafio

A Rasis já era uma referência regional em Medicina Ocupacional e Segurança do Trabalho. Com atuação consolidada na RMC, estrutura técnica, clínica própria, reputação local forte e mais de 300 avaliações positivas no Google, a empresa não precisava criar autoridade do zero. Ela já tinha autoridade. O desafio era fazer essa confiança construída no presencial também trabalhar de forma mais previsível no digital. Antes da entrada da TrAds, a captação ainda dependia muito de indicação, relacionamento e procura espontânea. O telefone tocava menos do que poderia, o site não estava estruturado por serviço, o rastreamento era limitado e os canais de contato não davam clareza suficiente sobre origem, intenção e qualidade das oportunidades. Esse cenário era especialmente sensível porque SST não é uma compra por impulso. Empresas buscam PCMSO, PGR/GRO, exames ocupacionais, laudos, AET e suporte em eSocial quando existe obrigação, prazo, admissão, auditoria, risco trabalhista ou necessidade operacional. A Rasis precisava ser encontrada pelas empresas certas no momento certo, com uma jornada capaz de conectar busca, site, WhatsApp e atendimento comercial.

A Solução

A TrAds estruturou a operação com foco em intenção de busca, rastreabilidade e maturidade comercial. O primeiro movimento foi organizar uma estratégia de Google Ads Search para capturar empresas que já estavam procurando por soluções de medicina ocupacional e segurança do trabalho na região. A campanha foi construída por intenção, serviço e território, com mapeamento de palavras-chave, grupos de anúncios, termos técnicos e um trabalho contínuo de negativação. O objetivo não era comprar tráfego barato. Era separar busca com potencial comercial de curiosidade, vaga de emprego, curso, apostila, pesquisa genérica e termos sem fit. Ao mesmo tempo, a TrAds atuou na base que sustenta a performance: GTM, GA4, eventos, WhatsApp, leitura de páginas, estrutura do novo site e alinhamento com o fluxo comercial. Nas reuniões de alinhamento, a recomendação foi clara: páginas por serviço, URLs amigáveis, botões de contato bem direcionados e uma estrutura capaz de medir melhor o caminho entre clique e oportunidade. Com a operação em andamento, Meta Ads passou a funcionar como apoio para presença, remarketing e conquista de território. Enquanto o Google capturava intenção ativa, a Meta ajudava a reforçar lembrança, gerar atenção qualificada e alimentar públicos em uma jornada B2B que raramente se resolve em um único contato. O trabalho da TrAds, portanto, não ficou restrito à mídia. A atuação envolveu diagnóstico, estrutura técnica, leitura de demanda, organização de campanhas, dados por cidade, ajuste de rota entre formulário e WhatsApp, discussão sobre CRM/comercial e acompanhamento contínuo dos gargalos que interferiam na conversão.

Os Resultados

  • A Rasis passou a operar com uma estrutura digital mais clara, conectando mídia paga, site, rastreamento, WhatsApp, leitura por cidade e acompanhamento comercial dentro de uma lógica mais madura de funil. No período consolidado analisado, foram registradas 247 oportunidades totais. No Google Ads, canal prioritário da estratégia, a operação gerou 242 conversões digitais, com taxa de conversão de 19,3%, CTR de 6,04% e custo por conversão de R$ 23,79. Para um serviço técnico, regional e B2B, esses números mostram mais do que performance: mostram aderência entre intenção de busca, oferta e jornada de conversão. O ganho mais importante foi a inteligência gerada. A TrAds passou a identificar quais termos, serviços e cidades respondiam melhor, permitindo decisões mais seguras sobre verba, expansão e priorização comercial. Americana se destacou como praça relevante, enquanto outras cidades passaram a ser avaliadas com mais critério antes de qualquer escala. O projeto também revelou gargalos que antes ficavam invisíveis: formulário, WhatsApp, origem dos contatos, rastreamento, site, CRM e rotina comercial. Em vez de tratar esses pontos como problemas paralelos, a TrAds os incorporou à estratégia. Afinal, tráfego pago não termina no clique. Ele precisa gerar aprendizado para a operação. Com isso, a Rasis deixou de depender apenas da reputação construída no offline e passou a operar com uma base digital mais mensurável, rastreável e preparada para crescer com consistência. O case mostra exatamente esse movimento: quando existe autoridade, o papel do tráfego não é criar barulho. É organizar a demanda certa e transformar busca em oportunidade.

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